domingo, 30 de maio de 2010

Todo carnaval tem seu FIM. II

A parte mais cruel e mais avassaladora do meu amor. No dia 4 de julho de 2008. - Eu fiz de tudo pra não chegar a essa parte, demorei meses de um capítulo para outro fiz textos mais longos possíveis pra não chegar a esse dia -. Foi um dia de sentimentos a flor da pele, ao longe eu observava uma fogueira, uma labareda gigantesca e quente até decidi o que iria fazer do meu futuro. Pela manha eu estava diferente dos outros dias eu estava decidido a continuar a minha história com Lana, até tinha marcado de passarmos a tarde junta com amigos. Então ao passar do meio-dia eu fui pra casa desse nosso amigo. Tenho que ressaltar que desde o dia 30 que não nos víamos, ou seja, os meus quatro dias de indecisão se fez decisivos naquelas vinte e quatro horas. E foi lá mesmo próximo a casa que estávamos ao ar livre observando a fogueira, com Lana ao meu lado que eu decidi em não mais estar com ela vi que nossa relação estava ficando desgastada, vi que eu não sentia o mesmo que eu sentia meses antes e que os nossos beijos não são como os de antes. Você não sabe o quanto me dói estar escrevendo essas lembranças, como dói ter que relembrar esse dia infernal, desencavar da minha memória as mais tristes recordações de uma vida. Enfim não tive coragem de falar a Lana o que se passava na minha cabeça, não ali naquele momento, eu esperei chegar a casa, e tive o ato mais covarde de minha existência. Nós conversamos por MSN. Disse a ela tudo que se passava na minha cabeça disse das minhas dúvidas, ou pelo menos eu tentei dizer os meus sentimentos, de coração partido com os olhos cheio de lágrimas eu disse adeus aos dois meses mais felizes da minha existência, a minha vida a partir daquele momento não foi mais a mesma, eu não sei, não soube até hoje e nunca saberei o que se passou com Lana naquela noite se ela chorou, se ela pensou nos nossos momentos juntou, ou se ela não pensou em mim, se ela simplesmente dormiu e acordou como se nada tivesse acontecido. O nosso amor de outono se acabou no inverno as folhas caíram deram lugar ao frio e a escuridão, as cores de fogo as chamas esparramadas pelo chão sucederam ao branco ao cinza e ao preto. A minha vida de colorida passou a obscuridade o verde que preenchia minha vista, o verde que selava o mais sincero amor, o verde que perdura até hoje na minha cabeça, perde lugar ao meu coração escuro e sombrio. Como todo carnaval tem seu fim o meu chegou a este. Despeço-me aqui dizendo que ainda amo Lana, como nunca amou ninguém, mas também me despeço também desta nossa história por que não ter mais forças para continuar a lutar por esse amor.

Adeus Lana. Adeus Amigo Leitor.

FIM

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